domingo, 3 de março de 2013

Com o passar do tempo torná mo nos bons leitores e também bons escritores


Enquanto a aldeia dorme
- Boa noite! Disse a mãe à Joana sorrateiramente.
Era de noite na aldeia onde a Joana vive, e todos os aldeões dormem como bebés num sonho de embalar.
De repente, Joana vê uma sombra de uma personagem pequenina, “minúscula”. Joana um pouco assustada pensa no que viu:
- Seria um gnomo de jardim com vida? – Seria uma pessoa muito pequenina? – Ou um extraterrestre que veio da galáxia obscura buscar-me para ir viajar na sua nave espacial galática com luz no máximo quase em excesso!???
Joana olhou, ou pelo menos tentava ver de onde é que a sombra vinha.
Enquanto procurava, reparou que vinha da janela do seu quarto. Levantou se e espreitou para fora da casa, encolheu os ombros e sentou-se lentamente na sua cama.
A sombra que a Joana viu era de um anão que passeava pelas janelas daquela aldeia, mas foi apanhado pela Joana.
- Xô! Xô! – disse o anão baixinho – raio desta sombra só me atrapalha – desta vez o anão descuidou-se com o volume da sua voz.
- Quem falou? – perguntou Joana com um pouco de medo. O anão estremecia amedrontado, mas lembrou-se que se podia esconder atrás de uma pedra que estava no parapeito da janela. Então escondeu-se atrás da tal pedra, e pensou que já poderia falar ou convencer a Joana de que era uma ilusão, que estava uma pessoa no quarto, pois não poderia arriscar ser descoberto.
- Olá! – disse o anão. – Eu chamo-me pedra! Disse ele novamente. – E tu? – acabando ele de falar com um tom simpático.
- Eu chamo-me Joana – disse ela com um niquinho de medo. – Eu vivo no teu quarto, e de momento pode parecer-te estranho eu falar.
- Pedra! – disse a Joana a medo, mas ainda assim arriscou: - Queres dormir ao pé de mim? Vais ficar mais confortável, não?
O anão como não se podia mostrar aproveitou e disse à Joana, com um ar cansado:
- Boa noite, dorme bem!

Ana Filipa
16 novembro 2012



O jardim do palácio
Era uma vez um palácio enorme. Nesse palácio vivia um rei, uma rainha e uma princesa.
Nas traseiras deste palácio, havia um jardim com um lago, e em redor do lago cresciam lírios cor-de-rosa e tulipas roxas, as flores preferidas da princesa. Quem cuidava desse jardim era ela. Sempre que se sentia triste, a princesa ia para a beira do lago ver o seu reflexo na água e ver os lírios e as rosas crescer.
O povo desse reino sempre acreditou que o lago era feito com as lágrimas da princesa e que as flores eram regadas com as mesmas porque, quando os reis faleceram, deixando o trono à sua filha, o lago estava sempre seco e as flores estavam sempre murchas.  Sempre que ia para o jardim, a princesa agora rainha, lembrava-se das flores com cor e do lago com água que a punha sempre feliz. A partir daí, todo o povo tratava do jardim, o que fez com que, reinos vizinhos passassem a chamar aquele reino o Reino Feliz.
19 novembro 2012
Beatriz Pinheiro


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